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14 de março de 2012
O Teatro Mágico - A Sociedade do Espetáculo em Belo Horizonte
Author:
claudiabraga
Tags:
O Teatro Mágico,
Poesia,
Show
25 de agosto de 2010
Coquetel Cultural Botões
Author:
claudiabraga
Tags:
Acessórios,
Bolsas,
Botões,
Cores,
Lançamento,
Show,
Tricô
13 de agosto de 2010
Uma injeção de ânimo!
Vendo o hoje, o agora, tem um festival de Jazz maravilhoso espalhado pelos quatro cantos da cidade com shows ímpares e de graça. E se você não gosta de Jazz, tem o festival internacional de teatro com a mesma amplitute e qualidade.
E para quem não é ligada em nada disso, fique atenta às mega liquidações que invadiram as lojas, pois as coleções primavera/verão chegam às vitrines no final deste mês e os lojistas estão precisando esvaziar os estoques. É a chance de comprar aquela peça que você namora à meses e que só agora cabe no seu orçamento.
Sua motivação é seu combustível e só você é capaz de saber o que te move. Então o faça!
E para quem não é ligada em nada disso, fique atenta às mega liquidações que invadiram as lojas, pois as coleções primavera/verão chegam às vitrines no final deste mês e os lojistas estão precisando esvaziar os estoques. É a chance de comprar aquela peça que você namora à meses e que só agora cabe no seu orçamento.
Sua motivação é seu combustível e só você é capaz de saber o que te move. Então o faça!
Ps: A razão desta foto? É porque se você realmente NÃO quiser fazer nada mesmo, pelo menos dê Ctrl C e Ctrl V e salve este "presente" no seu hd. =)
21 de junho de 2010
Ouvir música bem alto
Antigamente (parece que falo de cinquenta anos atrás), mas me refiro há 10, 15 anos, quando as pessoas ainda em sua maioria viviam em casas e não empilhadas em apartamentos e eram menos estressadas, o mundo ouvia mais música. Falo isso porque ouvia-se o vizinho da casa ao lado lavar seu carro dentro da garagem com seu som ligado, e você as vezes cantava junto, lembrando de coisas boas. Hoje, não você nem precisa ligar o som para o vizinho do apto ao lado ligar reclamando: basta um objeto cair ao chão e ele já te olha como inimigo mortal. Coisas da modernidade. Lembro-me da rua em que eu morava, com casas pequenas, parecendo cidade do interior, onde tinha um vizinho que todas as manhãs de domingo, cantava músicas de Nélson Gonçalves a pleno pulmões, enquanto limpava seu quintal para o tradicional churrasco do almoço. Eu e a maioria dos meus amigos não gostávamos daquele tipo de música, mas sentíamos na beleza de sua voz lindas melodias e ouvir o "Seu Kebinho" cantar tão feliz, nos ligava a ele de alguma forma. Música é linguagem universal. Sou da geração Coca-Cola, do grande "boom" das bandas de Brasília, da época da Cogumelo, da efeverscência do Metal em BH. Sempre gostei de rock inglês, australiano, punk rock, bossa Nova e clássicos. Paulinho da Viola, Tom Jobim, Vinicius de Morais, The Cure, Led Zepellin, Ramones, Duran Duran, Metallica, Zeca Baleiro, Skank, concertos para cellos de Johann Sebatian Bach e Villa Lobos. Gosto eclético demais? Prefiro dizer que tenho uma trilha sonora para cada momento de minha vida. Simplesmente todos. Sempre acho que certas músicas foram feitas pra mim. Mílton Nascimento descreveu em verso numa canção exatamente esse sentimento. Isso significa que mais gente também sente-se assim. Certa vez, fui mostrar ao meu amigo Lôro uma música chamada "She sells Santuary" da banda THE CULT. (Essa situação é pior do que achar que a música é minha: já me imaginei mil vezes num palco a cantando para uma multidão de 70 mil pessoas). Continuando, disse a ele: "Lôro, essa música tem que ser ouvida com o volume máximo". Ele riu e me respondeu:


